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E com a palavra... Jhonatan, o Campeão da Liga BS Cecathi / House!!!

November 17, 2015

 

E ai, pessoal, tudo bem?

A Liga da Baixada Santista realizada pela parceria das lojas Cecathi Online e House of Cards chega ao fim. Foram 5 meses, 10 rodadas e uma quantidade enorme de players, sejam esporádicos ou cativos, disputando de alguma forma as premiações do torneio. Por possuir um formato diferente, esse campeonato era dividido em rodadas em que um número de participantes se reunia e disputava pontos em mini torneios de pontos corridos e, ao final deles, aquele com mais pontos seria o campeão. E, finalmente, após os suados torneios cheios de reviravoltas, consegui vencer, com uma folguinha apenas na penúltima rodada!

 

Diferente da maioria dos torneios, este, devido a sua duração, atravessou duas coleções de Battle Scenes: Iniciativa Vingadores e Ofensiva Surpresa. Quando começamos, lá em julho, sem Ofensiva Surpresa, o meta estava quase definido na Baixada Santista, mas ainda havia espaço suficiente para inovações, e elas apareciam com frequência nas partidas. Lâminas, controle de telepatia, Irmandade, ímpeto...qualquer um desses decks surgia e tinha chances concretas de vencer.

Nessa primeira fase da Liga, nas quatro primeiras rodadas, variei basicamente entre dois decks: Vingadores e Ultron. Logo que saiu Iniciativa Vingadores, fiquei animado com Caça-Hulk, Torre Stark e outros cards que ajudavam demais “Os heróis ais poderosos da Terra”. Pensando nisso, joguei algumas rodadas com eles, e foram extremamente rápidos e eficientes, embora o deck tivesse falhas, principalmente no que diz respeito a dano. Porém, algum tempo depois, percebi que o deck de Ultron estava brilhando incontestavelmente.  Esse que busca esse, que busca esse, que pega esse, que volta pra mão, e Resgate, e Concentrar Poder, e Investiga...foi então que entrei para a “Era de Ultron”.

 

Este deck, apesar de manjado, estava me rendendo muitas vitórias e a liderança na liga com certa folga. Fiquei relativamente acomodado com o deck até que enfrentei a minha maldição que permanece até hoje: o deck Elastivôo. Um deck maldito (sim, maldito!), pilotado pelos meus eternos Garys Thiago Rey e Nathan. Um deck que usa personagens ridiculamente simples para jogar, comprar todas as cartas possíveis, se deixar ser derrubado e, em seguida, colocar até a vovozinha em cena...e ai, meus amigos, boa sorte segurando 7 personagens antecipando de N formas diferentes (incluindo um Homem-Máquina safado com Simbionte e um suporte). Mas as coisas não estavam desequilibradas e eu ainda tinha fôlego para jogar no mesmo nível desse deck.
 

Eis que de repente surge Ofensiva Supresa e todos aqui começaram a falar sobre uma enrugada Novinha danadinha: Cassandra. Seus poderes, seu texto fixo, seu custo, sua careca: tudo era simplesmente demais! A coleção havia trazido muita inovação, incluindo os já clássicos Formiga e Jaqueta.
 

Os “decks de galera” começaram a surgir em peso, pois os decks de “bicho grande” estavam com medo de serem travados por Cassandra-Selene-Cassandra-Rei das Sombras-Armadilha-Pyro-Raioqueoparta. Além disso, Câmara Neutralizadora também fez total diferença, anulando muito texto fixo fundamental para os decks e a famigerada Jóia vinha para destruir o Concentrar Poder ímpeto. Nesse momento resolvi jogar com Magia, o que deu muito certo. Ganhei algumas rodadas com esse deck, mas depois percebi sua lentidão, o que é inaceitável aqui. Percebemos também que as ameaças poderiam ser destruídas. Tudo que veio de novo poderia ser combatido e acabei reformulando ideias antigas, como os Vingadores, Ultron e até mesmo o próprio elastivôo, dessa vez pilotado por mim.
 

Um dos diferenciais do nosso torneio também foi a exploração de formatos diferentes: jogamos formato tribal (quase chorei quando venci com meu Capitão gritando AVANTE VINGADORES!) e no-foil, o que proporcionou reviravoltas na pontuação, pois muitos iniciantes que não tinham muitas cartas caras tiveram mais chances de vencer naqueles momentos. Dessa forma, a criatividade também foi exercitada no decorrer da  Liga, e todos tentavam não ficar muito “manjados” em relação a estratégia.
 

É claramente perceptível que todos evoluíram muito desde o início dessa maratona, e sempre havia espaço para ensinar os novatos (A LIGA FOI GRATUITA!!!!), trocar cartas, rir e se divertir o tempo todo! Aprendi muito, ensinei também e, depois de muita jogatina, consegui levar a premiação. Os jogadores e organizadores estão de parabéns e planos para torneios futuros não faltam. A preparação para o Battle Royal segue a mil, e tenho certeza de que grandes jogadores sairão daqui para esse novo desafio.
 

Fico por aqui. Espero que todos se animem para participar dos próximos torneios de Battle Scenes. O Royal vem ai, preparem-se e... AVANTE JOGADORES!!!

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